Até pensei em escrever sobre as eleições antes ou durante as mesmas, mas iria ser 'mais do mesmo' de reclamações e fatos que todo mundo está cansado de ouvir. Agora, com resultados em mãos e dores de cabeça a mais, posso falar sobre o que vejo delas.
A cada ano que passa fica mais difícil saber em quem votar. Candidatos não faltam e, se você for conhecido na ruas, pode se tornar um e preservar sua cadeira na Câmara. Eleição passada, eu fui mesário e pude ver de perto os 'tipos' de candidatos que eu iria escolher e tive vergonha de morar neste País. Neste ano, meu Deus, eu deveria estar morto. Uma semana antes, resolvi ver as propagandas políticas de Jundiaí e conhecer 'cara a cara' o sujeito pelo qual ganharia meu voto e, sinceramente, nenhum fez valer a pena.
João de longe, Maria do bairro, Joaquim da esquina, Cleide da padaria, Antônio da Kombi. Enfim, nada como ver possíveis concorrentes e decidir quem seria melhor para o meu bairro e não para a cidade. Mano Rato! O.O - depois desse, eu levantei da mesa e fui ler um livro. Não aguentei!
Outra coisa das eleições são os santinhos. Como eles podem gastar uma selva para fazer propaganda À TOA. Queria saber quem é o inteligente do marketing que propõe isso. Todo mundo sabe que 1% das pessoas que pega o papel, veem quem é o candidato (e joga fora o papel) e os outros 99% já fazem a sujeira pelas ruas direto. Coitados dos garis que tiveram trabalho dobrado. Isso sem contar os bandeiraços e carros/bicicletas circulando por aí, atrapalhando o trânsito. Alguém viu? Eu ignorei.
Ah, e os candidatos à prefeitura? Não temos mais escolhas? Serão sempre os mesmos toda eleição? Votei no simpatizante por falta de opção, já que anular os dois votos seria um tremenda burrice, pelo menos se eu precisar reinvidicar algo. Vamos aguentar mais 4 anos do mesmo governo e mesmas políticas públicas, mas se optamos por ele, é porque estamos acostumados com isso, não? Dos males o menor, ou que coçe menos no bolso.
Agora é esperar terminar o mandato simples de um para entrar o simples mandato do outro. Infelizmente, isso é o 'jeitinho brasileiro' que sempre tomou conta da política. A única coisa boa disso foi acompanhar o Plantão Eleições do CQC. Dizem que o programa é mais comédia do que (ou nenhum) jornalismo. Aí vai a pergunta, alguém se lembra das entrevistas do Marcelo Tas na TV Cultura em meados de 1990? Tenta procurar!
Beijosmeliga!
terça-feira, 7 de outubro de 2008
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Começo do fim
Tá.. a frase de cima é a mais batida de todas, porém agora começa a cair a ficha de que mais uma conquista em nossas vidas foi feita, ou melhor, será daqui 3 meses e meio.
Começo a pensar que daqui para a frente é cada um por si, não teremos mais trabalhos em grupo, colas em provas, reuniões para definir quem começa falando na apresentação e nem discussões de qual autor é melhor para entrar na tese. Passar aulas na biblioteca, lendo jornais e contos que Machados, Euclides, Guimarães e Kafkas escreveram não existiram mais. Passar horas dentro de um estúdio gravando OFFs, pautas, vinhetas, LOC1 e LOC2 também não. isso sem contar as idas aos bares, quero dizer, como bons pesquisadores, conhecer a boa vida além dos prédios da faculdade e seus amendoins, cervejas e trucos ao redor.
A partir de agora, seremos Comunicólogos (jornalistas e publicitários) formados e com objetivos distintos na cabeça. Trabalhar em diversas áreas e quem sabe um dia tomar um café juntos em alguma sala de escritório ou redação, discutindo em como anda a bolsa de valores, o mercado financeiro e, por que não, o mercado perto de casa. As compras do mês para a família que virá ou ainda aquela: 'Lembra de fulano? Conversei com ele por telefone!'. A amizade continua, só a distância que aumentou.
Passar 4 anos ao lado dessas pessoas foi mais do que agradável, posso dizer mágico. Amizades foram feitas e desfeitas, confusões superadas e viagens marcadas. Lembro desde o primeiro momento, quando pisei nas escadas da faculdade, que assisti a apresentação inicial e do trote. Bom, como não lembrar dos llitros e litros e tinta que tive pela cabeça, pescoço e braços - assim como os outros litros de água para limpar tudo aquilo. Lembro também das nossas caras assustadas e nossa vontade de aprender, pelo menos de alguns. Das rodas de amigos que ia se formando ali, no fundo claro da sala, conversando, brincando e levando bronca do professor. Dos amigos que se foram - que morreram e que saíram por conta.
Tem coisas que não podemos parar. Cada aprendizado é único e especial. Mesmo aquelas 4 aulas insuportáveis de segunda-feira, nós estávamos lá. Outras 4 na quarta-feira, nós estávamos lá. Bom, pelo menos a cada 15 dias. haha.
Professores que passaram, ficaram, mudaram e ajudaram. Outros que não vou citar as besteiras que fizeram e nem estão mais presentes aqui. Mas dou meu 'Obrigado' aos que considero mestres, não por se importarem só com a matéria, mas também pensando no futuro aluno, ou profissional. Eles sim, merecem o crédito e quem sabe até uma homenagem.
Aos que ficam registrados na foto, mais um obrigado. Por fazer
parte da família neste curto espaço nosso dedicado a novas amizades, novas conquistas e novos esforços. Aos amigos mais próximos (vulgo Diretoria), vai um adendo: "Quando vai ser a próxima festa mesmo?!" haha.
Essa foto será guardada de lembrança, de recordação e de felicidade, não será apenas mais uma no álbum, será especial!! ^^
Começo a pensar que daqui para a frente é cada um por si, não teremos mais trabalhos em grupo, colas em provas, reuniões para definir quem começa falando na apresentação e nem discussões de qual autor é melhor para entrar na tese. Passar aulas na biblioteca, lendo jornais e contos que Machados, Euclides, Guimarães e Kafkas escreveram não existiram mais. Passar horas dentro de um estúdio gravando OFFs, pautas, vinhetas, LOC1 e LOC2 também não. isso sem contar as idas aos bares, quero dizer, como bons pesquisadores, conhecer a boa vida além dos prédios da faculdade e seus amendoins, cervejas e trucos ao redor.
A partir de agora, seremos Comunicólogos (jornalistas e publicitários) formados e com objetivos distintos na cabeça. Trabalhar em diversas áreas e quem sabe um dia tomar um café juntos em alguma sala de escritório ou redação, discutindo em como anda a bolsa de valores, o mercado financeiro e, por que não, o mercado perto de casa. As compras do mês para a família que virá ou ainda aquela: 'Lembra de fulano? Conversei com ele por telefone!'. A amizade continua, só a distância que aumentou.
Passar 4 anos ao lado dessas pessoas foi mais do que agradável, posso dizer mágico. Amizades foram feitas e desfeitas, confusões superadas e viagens marcadas. Lembro desde o primeiro momento, quando pisei nas escadas da faculdade, que assisti a apresentação inicial e do trote. Bom, como não lembrar dos llitros e litros e tinta que tive pela cabeça, pescoço e braços - assim como os outros litros de água para limpar tudo aquilo. Lembro também das nossas caras assustadas e nossa vontade de aprender, pelo menos de alguns. Das rodas de amigos que ia se formando ali, no fundo claro da sala, conversando, brincando e levando bronca do professor. Dos amigos que se foram - que morreram e que saíram por conta.
Tem coisas que não podemos parar. Cada aprendizado é único e especial. Mesmo aquelas 4 aulas insuportáveis de segunda-feira, nós estávamos lá. Outras 4 na quarta-feira, nós estávamos lá. Bom, pelo menos a cada 15 dias. haha.
Professores que passaram, ficaram, mudaram e ajudaram. Outros que não vou citar as besteiras que fizeram e nem estão mais presentes aqui. Mas dou meu 'Obrigado' aos que considero mestres, não por se importarem só com a matéria, mas também pensando no futuro aluno, ou profissional. Eles sim, merecem o crédito e quem sabe até uma homenagem.
Aos que ficam registrados na foto, mais um obrigado. Por fazer
Essa foto será guardada de lembrança, de recordação e de felicidade, não será apenas mais uma no álbum, será especial!! ^^
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domingo, 24 de agosto de 2008
Birthday very Happy! ^^
Lá vamos nós fazer uma zona filosófica, como diz o Will (fotolog.com/sage_will), enfim:"21 anos. Se for para começar, vamos ao assunto certo? Bom, nem tanto... haha. Ano passado comentei neste mesmo fotolog que eu já tinha passado 1/5 da minha vida e me sentia bem com ela. Mas o que poderia ter mudado tanto em um ano? Quais as novas oportunidades que me abriram para que eu crescesse de caráter e de espírito?
Tenho certos receios de que a vida seja uma caixinha de surpresas. Porque ela É! De um momento bom no qual me constava, troquei de emprego, ganhei certas liberdades e certas dores (que continuam até hoje), ganhei novas cartas para trocar e embaralhar naquilo que considero 'minha vida', mas estou sendo hipócrita em dizer que é minha, já que convivo com mais pessoas que me suportam, apoiam e me dão forças. Então no que cresci?
Para começar completar a meta de tirar carta (de carro); não era uma das prioridades, mas agora vejo o porque aquele era o momento. Passei um aniversário engraçado, mas não feliz; estava com meus amigos que amo, mas com o coração fechado e a mente bloqueada, devido alguns fatos marcantes. Dali para a frente teria que ser eu + eu, já que meu chão se foi e deixei de raciocinar tão bem. Dia das crianças é igual para todos, mas só se importam aqueles que buscam a felicidade nas pequenas coisas.
O Natal nunca foi a data de reunir a família com epírito e coração e este não poderia ser diferente, mas foi. Me senti mais solitário ainda e com mais peso no coração. Reveillon, carnaval, páscoa foram apenas datas festivas e por que não: explicativas. A única que se salva é Festa Junina! ^^
Haha.. parece idiota né? Mas quem manda o amigo-irmão fazer aniversário? Quem manda nós arrumarmos uma festa para ele? Quem manda eu encontrar a paixão que tanto procurava? Deus (ou Allah! ou whatever) nos proteja! ^^
Desde então procuro entender que 'males vem para o bem' e este 'bem' será durável. Com tanta coisa ruim por acontecer (e que aconteceu) eu aprendi a valorizar a vida, minha e dos amigos. Não mais que isso. Quero o bem de todos, independente de quem seja/ esteja ao meu lado.
Posso ter me distanciado das pessoas que mais confio e amo, mas nunca deixei de pensar em como elas estão e estarão ao meu lado!
São 21 anos de convivência entre amigos de infância, amigos-irmãos, novos amigos e pessoas que admiro e AMO. Que eu possa completar 42 e dizer as mesmas coisas, ou como disse, quando eu chegar aos 100, terei feito muito do que pensei e muito mais do que eu quiser!"
É. Vamos bater a poeira, amarrar o tênis e seguir a vida.
Conquistei o que mais queria até agora e não vou deixar se perder.
... tudo és responsável por aquilo que cativas ...
.: já que tu continuas a me cativar a cada lua cheia :.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Window of Souls and Time!!!
** Nada na vida é distante. Apenas são linhas cruzadas de um mesmo universo **
O universo é composto de três premissas básicas: tempo, espaço e forma. E deve ser respeitado por existir tais regras.
Sem o tempo, não haveria passado, presente ou futuro, apenas o agora. (Apesar de que muita gente vive assim). O espaço ficaria distorcido e não haveria horas ou prazos e a forma seria a mesma de uma massa de bolo: sem começo ou fim, sem alto nem baixo, apenas aquela mistura.
Respeitando essas três premissas encontramos o que pode ser chamado de linha da vida. É o único caminho que você segue a vida inteira e não tem a menor noção onde pisar. A linha da vida é composta por apenas um caminho, porém este é cheio de curvas e atalhos, que podem ajudar ou piorar a sua vida, dependendo de como você escolha a vida.
Se pudéssemos pegar a vida, ela teria uma forma de pessoa ou animal? O tempo que ela ficaria em nossas mãos seria de anos ou segundos? O espaço que ela ocuparia estaria em prédios ou simplesmente, dentro da pele? Perguntas complicadas de responder, porém fáceis para, quem sabe, uma criança de 5 anos de idade.
Para a criança, o tempo depende do seu sentimento. Quanto mais você desejar ficar com a vida, mais tempo você ganha para abraçá-la. O espaço seria, de um grãozinho de areia à um prédio enorme, porém quem deixa ele ser grande ou pequeno é a própria pessoa que sabe (ou não) cuidar da sua própria vida, e não a dos outros.
Da forma, a criança provavelmente diria: "A vida tem forma de bala. Quando você acorda, você está desembrulhando a bala. Quando sai para o trabalho é quando você mastiga e quando chega em casa, quer dizer que a bala acabou". 'Mas e o banho, a janta, a TV, o sonho?' (pergunto a ela)
- Aí são outras balas - responde a criança!!!
- Se nossa vida é uma 7 belo, prefiro Halls preto.
A quarta dimensão é o espaço modificado pelo tempo e distorcido na forma... acho que vou explicar melhor, uma outra hora...
Viva a vida em balas e viva as balas de vida!!!
O universo é composto de três premissas básicas: tempo, espaço e forma. E deve ser respeitado por existir tais regras.
Sem o tempo, não haveria passado, presente ou futuro, apenas o agora. (Apesar de que muita gente vive assim). O espaço ficaria distorcido e não haveria horas ou prazos e a forma seria a mesma de uma massa de bolo: sem começo ou fim, sem alto nem baixo, apenas aquela mistura.
Respeitando essas três premissas encontramos o que pode ser chamado de linha da vida. É o único caminho que você segue a vida inteira e não tem a menor noção onde pisar. A linha da vida é composta por apenas um caminho, porém este é cheio de curvas e atalhos, que podem ajudar ou piorar a sua vida, dependendo de como você escolha a vida.
Se pudéssemos pegar a vida, ela teria uma forma de pessoa ou animal? O tempo que ela ficaria em nossas mãos seria de anos ou segundos? O espaço que ela ocuparia estaria em prédios ou simplesmente, dentro da pele? Perguntas complicadas de responder, porém fáceis para, quem sabe, uma criança de 5 anos de idade.
Para a criança, o tempo depende do seu sentimento. Quanto mais você desejar ficar com a vida, mais tempo você ganha para abraçá-la. O espaço seria, de um grãozinho de areia à um prédio enorme, porém quem deixa ele ser grande ou pequeno é a própria pessoa que sabe (ou não) cuidar da sua própria vida, e não a dos outros.
Da forma, a criança provavelmente diria: "A vida tem forma de bala. Quando você acorda, você está desembrulhando a bala. Quando sai para o trabalho é quando você mastiga e quando chega em casa, quer dizer que a bala acabou". 'Mas e o banho, a janta, a TV, o sonho?' (pergunto a ela)
- Aí são outras balas - responde a criança!!!
- Se nossa vida é uma 7 belo, prefiro Halls preto.
A quarta dimensão é o espaço modificado pelo tempo e distorcido na forma... acho que vou explicar melhor, uma outra hora...
Viva a vida em balas e viva as balas de vida!!!
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Amor!! ^^
Diziam que o amor estava em todo lugar, nos pássaros, nos carros, nos prédios, nas plantas, nos cães, só precisava ser pego por alguém. Ou, deixar ser pego por ele. Comigo foi, mais ou menos, por este caminho.
Eu era um nada. Um nada, sem ninguém. Amor para mim, não significava coisa alguma naquela época; e que época. Meu coração vivia na mais profunda treva, voltado apenas às coisas corriqueiras da vida; e estas, não são poucas. Trabalho e estudo eram algumas destas coisas. Diversão, só com os amigos íntimos, e raramente, eu me divertia pra valer.
Sair? Nem pensar. Ir dormir na casa dos amigos? Que nada! Sentia-me só, em um mundo cheio de agitação e estresse. Mas, um dia teria que mudar, e para melhor. Anos se passaram, e minha vidinha continuava: escola-cochilo à tarde-escola à noite-cama... Como alguém consegue viver assim. “Eu era um parado, um nada, um acabado”. Não, isso tinha que mudar; ou era naquela hora ou não viveria mais.
Mas, o que a morte resolveria? Perderia os poucos amigos que tinha. Perderia o colo de minha mãe e as asas de meu pai. Perderia a pessoa amada! Mas, que pessoa é esta? Não havia pessoa assim dentro de meu coração, até hoje.
Neste instante, olho em volta e vejo como as coisas mudaram. Amadureci, compreendi que nada daria certo, se eu não tivesse dado o primeiro passo. É, lembro-me até hoje:
Era verão, virada de ano, tínhamos descido para a praia, eu, meu pai e minha mãe. E, nas badaladas finais do ano velho, meu pai me abraçou e disse: “Filho, 2004 será o ano!”
[e foi um bom ano o de 2004.. mas o texto pode ser muito bem atualizado e reescrito: "Filho, 2008 será o ano!" - e está sendo!]
Aishiterumo Kell-chan! ^^
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segunda-feira, 28 de julho de 2008
*philosophy
Teatro Mágico - Amadurecência
Aborto certas convicções
A bordo demônios e munias
Flagelo-me
Exponho cicatrizes
E acordo os meus com muito mais cuidado,
Muito mais atenção
E a tensão que parecia nunca não passar,
O ser vil que passou para servir para, discernir,
Harmonizar o tom, movimento som
"Objetos inanimados compôem as partes iluminadas deste cômodo. Que, sem ou não sei, fazem parte de um todo que se multiplica para cima de mim. Ou melhor, para as minhas costas. Sou eu, ou coisas mundanas são afugentadas com meus gritos? Sou eu, ou me pegaram desprevinido e agora, machucam minhas costas com buracos de pregos e cicatriz que tendo sanar?
Talvez, num breve momento de fraquesa, pude perceber que a vida não está aí em todos os
momentos. A vida está para quem não dá as costas a ela. Eu dei, um dia, e fiquei assim. Agora, eu preciso mudar. Agora, eu quero mudar. Não quero me tornar mais um na sociedade ao ponto de não dizer nada, apenas virar as costas e receber mais uma chicotada. Flagelar-me, como diz a música.
Conheço meu lugar ao sol e nesta mudança, geralmente utilizo Protetor Solar como escudo durável. Utilizo artifícios para não causar danos, mas os causo. Causos estes que não se transformam. Pensamentos imaginários, ainda sim, os aflingem no banheiro, com seus dilúvios e destinos.
Serei eu um sonhador, ou um sonhado. Porque dependendo da palavra, eu me modifico. Mas nunca me moldo. Não quero ser parte da sociedade atual, quero ser/estar presente nela e dirigir atos rabiscados em vidros embaçados. Não quero comandar o mundo, quero apenas, dirigir um espetáculo de alegria e paz.
Abrir portas e destino. Apesar que, em destino não acredito. Tudo faz parte do Todo e este Toldo é parte do meu tudo".
Aborto certas convicções
A bordo demônios e munias
Flagelo-me
Exponho cicatrizes
E acordo os meus com muito mais cuidado,
Muito mais atenção
E a tensão que parecia nunca não passar,
O ser vil que passou para servir para, discernir,
Harmonizar o tom, movimento som
"Objetos inanimados compôem as partes iluminadas deste cômodo. Que, sem ou não sei, fazem parte de um todo que se multiplica para cima de mim. Ou melhor, para as minhas costas. Sou eu, ou coisas mundanas são afugentadas com meus gritos? Sou eu, ou me pegaram desprevinido e agora, machucam minhas costas com buracos de pregos e cicatriz que tendo sanar?
Talvez, num breve momento de fraquesa, pude perceber que a vida não está aí em todos os
Conheço meu lugar ao sol e nesta mudança, geralmente utilizo Protetor Solar como escudo durável. Utilizo artifícios para não causar danos, mas os causo. Causos estes que não se transformam. Pensamentos imaginários, ainda sim, os aflingem no banheiro, com seus dilúvios e destinos.
Serei eu um sonhador, ou um sonhado. Porque dependendo da palavra, eu me modifico. Mas nunca me moldo. Não quero ser parte da sociedade atual, quero ser/estar presente nela e dirigir atos rabiscados em vidros embaçados. Não quero comandar o mundo, quero apenas, dirigir um espetáculo de alegria e paz.
Abrir portas e destino. Apesar que, em destino não acredito. Tudo faz parte do Todo e este Toldo é parte do meu tudo".
quarta-feira, 23 de julho de 2008
...throw me a kiss NOW
Felicidade. O que essa palavra significa nos dias de hoje? Estar feliz é estar sempre sorrindo, sempre dividindo com o próximo as lições que ambos escrevem? Ou é estar andando em uma linha reta sem medo de cair e se machucar?
Felicidade é descobrir que nas pequenas ações da vida, podesse tirar grnade atividade e aprendizados. De tempos em tempos, há um mudança na vida de cada um (que pode virar dois) que suas pernas tremem e a cabeça roda sem parar. E de onde tirar a felicidade disso? Sempre existe uma razão por estar naquela situação, até então 'cômoda'.
Achar esse ponto positivo é achar uma terço da felicidade que busca, os outros 2/3 vêm do caráter e da esperança (vontade) da pessoa em querer aquilo. Não é porque eu vivia em casa, sem uma vida social apta que eu estava desistindo da vida. Não é porque eu dependia de um computador para conversar que eu vivia enjaulado. mas vivia.
Por um ataque de loucura (ou não), pedi ajuda. Ajuda divina ainda por cima. Me rebaixei, coloquei a cara a tapa e pedi aos céus que me dessem amor. Só que o pedido foi de caso pensado. Nada mais 'justo' que pedir ao Santo casamenteiro um amor para a vida. Besteira né, quem iria acreditar nisso? Bom, EU acreditei.
Hoje, vivo feliz. Encontrei essa felicidade ideológica que dizem ser apenas do momento. Digo que não! Sei que essa felicidade é algo durável. Não falo isso às favas, porque continuo com minha busca para completar aqueles 2/3 que faltam. Minha personalidade não irá mudar e por isso, também, que sou feliz. Minha vontade é algo incontável. Por que não dar certo?
.: You can always make me smile s2 :.
Felicidade é descobrir que nas pequenas ações da vida, podesse tirar grnade atividade e aprendizados. De tempos em tempos, há um mudança na vida de cada um (que pode virar dois) que suas pernas tremem e a cabeça roda sem parar. E de onde tirar a felicidade disso? Sempre existe uma razão por estar naquela situação, até então 'cômoda'.
Achar esse ponto positivo é achar uma terço da felicidade que busca, os outros 2/3 vêm do caráter e da esperança (vontade) da pessoa em querer aquilo. Não é porque eu vivia em casa, sem uma vida social apta que eu estava desistindo da vida. Não é porque eu dependia de um computador para conversar que eu vivia enjaulado. mas vivia.
Por um ataque de loucura (ou não), pedi ajuda. Ajuda divina ainda por cima. Me rebaixei, coloquei a cara a tapa e pedi aos céus que me dessem amor. Só que o pedido foi de caso pensado. Nada mais 'justo' que pedir ao Santo casamenteiro um amor para a vida. Besteira né, quem iria acreditar nisso? Bom, EU acreditei.
Hoje, vivo feliz. Encontrei essa felicidade ideológica que dizem ser apenas do momento. Digo que não! Sei que essa felicidade é algo durável. Não falo isso às favas, porque continuo com minha busca para completar aqueles 2/3 que faltam. Minha personalidade não irá mudar e por isso, também, que sou feliz. Minha vontade é algo incontável. Por que não dar certo?
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