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sexta-feira, 12 de junho de 2009

Tempo depois.

O dia do nosso primeiro encontro foi 14 de junho de 2008. Mas a história começa dois dias antes.
Passei meu Dia dos Namorados em casa, sem conversar, entregar presente, apenas lembrando esse meu dia solitário. Eis que surgem um aniversário para ir, data: 14.06.
Me arrumei, passei de carro na casa do aniversariante e fomos para um fast-food da cidade. Chegando lá, encontramos mais alguns amigos e uma menina que eu nunca tinha visto, conhecia apenas pela internet.
Pensei comigo: "Porque não sentar ao seu lado e puxar conversa?". Arrastei a cadeira, sentei, pedimos uma pizza e esfihas e conversamos pela noite afora. No fim, marcamos um encontro no dia seguinte, que foi pouco aproveitado já que tínhamos a companhia de mais amigos.
Papo vai-e-vem pela internet, trocamos telefones. Nos encontramos pela semana inteira, para conversar, se conhecer e aproveitamos que no sábado seguinte teria uma comédia no teatro, e a convidei.
Compramos o convite e fiquei esperando ansioso o sábado chegar. Nos encontramos na porta do teatro. Disse que ela estava bem vestida e bonita, ela retribuiu com um grande sorriso e sentamos nos lugares.
Uma semana só na conversa, uma semana na espera. Esperei as luzes abaixarem, tudo ficar em silêncio, para lhe dar o primeiro beijo. Desde então, sentamos lado-a-lado para tudo, às vésperas de completar um ano de felicidade.

O primeiro de um futuro casamento.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

** 4 anos

Lembranças me pegam no corredor da faculdade, revivendo alguns passados bons e outros não tão.

Saber que há algum tempo em que eu chegava em casa coberto de tinta guachê vermelha, que tinha me divertido com pessoas que nem conhecia direito e outras que iriam se tornar companheiras.

De amizade, de bar, de churrascos, de estudos e de vida. Nomes ficam pequenos perto do que fizeram por mim e eu por eles. Professores passaram, deixaram saudades e agora estão torcendo por nós, como profissionais.

Trote, projeto Leituras, matemática (?), relações públicas, história, viagens, rádio/TV, fotografia, literatura, web, design, TCC, etc. Folhas e mais folhas escritas, impressas, xerocadas, copiadas para nos formar. São essas as coisas que vou levar comigo.

Ah, já estava me esquecendo. Refris, brejas, churrascos, truco, sinuca, bate-papo, amendoins, salgados, cachorros-quentes. Tudo isso no bar, com amigos. E ainda por cima, nota máxima no final. ^^

Com tudo isso, me orgulho de tudo o que fiz e não me arrependo de nada. Que venha os créditos! xDD~

terça-feira, 18 de novembro de 2008

... sometime passes


"Quem sou eu? Boa pergunta!

O espelho aqui em frente fala que eu sou o Leonardo, estudante e trabalhador que quer alcançar um mundo onde poucos conseguem.

A foto aqui embaixo me diz que o tempo passou e a criança que estava em meu rosto mudou-se para meu coração e ainda brinca de carrinho.

As roupas na minha cama mostram que os desenhos de bichinhos foram trocados por cores simples e sem muito rabisco.

A máquina digital explica que, sem eu perceber, os anos foram generosos comigo, sem mudar a aparencia de meu ser.

O computador ilustra que os caminhos que eu segui foram os que eu escolhi, porém que há muito arrependimento.

O quarto divulga um novo eu, as revistas também. A única coisa que ainda não se manisfestou é meu cachorro.

Aliás, cadela. Ela sempre me trata do mesmo jeito: com seu coração. Acho que ela quer me mostrar que apesar de tudo ter se alterado, devo viver com o meu coração, sendo ele que irá me guiar para um lugar novo ou um novo caminho!"

Que venha 2007 com idéias de 1980!!!!

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

... brincar com fantasias

As pessoas gostariam de voltar a ser crianças. Entrar novamente no mundo mágico das fantasias e costumes, brincar de ser o melhor super-herói, poder voar alto, lutar contra seres malvados e escalar prédios.

Ficar menos ridículo é o que importa agora, mesmo morrendo de vontade de abrir as gavetas e descobrir que a capa, o cinto e as armas ainda estavam guardadas no quarto, cobertos por uma calça jeans ou uma camiseta branca.

Se vestir assim, irá chamar muita atenção e, hoje, o que importa é ser discreto nas coisas que faz. Com isso, a criança dentro de si, vai se perdendo e deixando de existir. Aquela fantasia e história passa somente a ser contada, ao invés de ser trasmitida aos netos.

As informações são vistas e a cultura divulgada. No começo, existia apenas um herói oriental de capa e capacete, voando pelos céus em uma televisão preta e branca, enfrentando incas do espaço. Hoje, temos uma gama enorme de personagens, poderes, histórias e aventuras que nos divertem e, cada vez mais, encantam os jovens.

E os pais, que guardaram as fantasias, vêem nos filhos, o mundo pelo qual deixaram de lado.

Leo Luz XDD~

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Começo do fim

Tá.. a frase de cima é a mais batida de todas, porém agora começa a cair a ficha de que mais uma conquista em nossas vidas foi feita, ou melhor, será daqui 3 meses e meio.

Começo a pensar que daqui para a frente é cada um por si, não teremos mais trabalhos em grupo, colas em provas, reuniões para definir quem começa falando na apresentação e nem discussões de qual autor é melhor para entrar na tese. Passar aulas na biblioteca, lendo jornais e contos que Machados, Euclides, Guimarães e Kafkas escreveram não existiram mais. Passar horas dentro de um estúdio gravando OFFs, pautas, vinhetas, LOC1 e LOC2 também não. isso sem contar as idas aos bares, quero dizer, como bons pesquisadores, conhecer a boa vida além dos prédios da faculdade e seus amendoins, cervejas e trucos ao redor.

A partir de agora, seremos Comunicólogos (jornalistas e publicitários) formados e com objetivos distintos na cabeça. Trabalhar em diversas áreas e quem sabe um dia tomar um café juntos em alguma sala de escritório ou redação, discutindo em como anda a bolsa de valores, o mercado financeiro e, por que não, o mercado perto de casa. As compras do mês para a família que virá ou ainda aquela: 'Lembra de fulano? Conversei com ele por telefone!'. A amizade continua, só a distância que aumentou.

Passar 4 anos ao lado dessas pessoas foi mais do que agradável, posso dizer mágico. Amizades foram feitas e desfeitas, confusões superadas e viagens marcadas. Lembro desde o primeiro momento, quando pisei nas escadas da faculdade, que assisti a apresentação inicial e do trote. Bom, como não lembrar dos llitros e litros e tinta que tive pela cabeça, pescoço e braços - assim como os outros litros de água para limpar tudo aquilo. Lembro também das nossas caras assustadas e nossa vontade de aprender, pelo menos de alguns. Das rodas de amigos que ia se formando ali, no fundo claro da sala, conversando, brincando e levando bronca do professor. Dos amigos que se foram - que morreram e que saíram por conta.

Tem coisas que não podemos parar. Cada aprendizado é único e especial. Mesmo aquelas 4 aulas insuportáveis de segunda-feira, nós estávamos lá. Outras 4 na quarta-feira, nós estávamos lá. Bom, pelo menos a cada 15 dias. haha.

Professores que passaram, ficaram, mudaram e ajudaram. Outros que não vou citar as besteiras que fizeram e nem estão mais presentes aqui. Mas dou meu 'Obrigado' aos que considero mestres, não por se importarem só com a matéria, mas também pensando no futuro aluno, ou profissional. Eles sim, merecem o crédito e quem sabe até uma homenagem.

Aos que ficam registrados na foto, mais um obrigado. Por fazer parte da família neste curto espaço nosso dedicado a novas amizades, novas conquistas e novos esforços. Aos amigos mais próximos (vulgo Diretoria), vai um adendo: "Quando vai ser a próxima festa mesmo?!" haha.

Essa foto será guardada de lembrança, de recordação e de felicidade, não será apenas mais uma no álbum, será especial!! ^^

domingo, 24 de agosto de 2008

Birthday very Happy! ^^

Lá vamos nós fazer uma zona filosófica, como diz o Will (fotolog.com/sage_will), enfim:

"21 anos. Se for para começar, vamos ao assunto certo? Bom, nem tanto... haha. Ano passado comentei neste mesmo fotolog que eu já tinha passado 1/5 da minha vida e me sentia bem com ela. Mas o que poderia ter mudado tanto em um ano? Quais as novas oportunidades que me abriram para que eu crescesse de caráter e de espírito?

Tenho certos receios de que a vida seja uma caixinha de surpresas. Porque ela É! De um momento bom no qual me constava, troquei de emprego, ganhei certas liberdades e certas dores (que continuam até hoje), ganhei novas cartas para trocar e embaralhar naquilo que considero 'minha vida', mas estou sendo hipócrita em dizer que é minha, já que convivo com mais pessoas que me suportam, apoiam e me dão forças. Então no que cresci?

Para começar completar a meta de tirar carta (de carro); não era uma das prioridades, mas agora vejo o porque aquele era o momento. Passei um aniversário engraçado, mas não feliz; estava com meus amigos que amo, mas com o coração fechado e a mente bloqueada, devido alguns fatos marcantes. Dali para a frente teria que ser eu + eu, já que meu chão se foi e deixei de raciocinar tão bem. Dia das crianças é igual para todos, mas só se importam aqueles que buscam a felicidade nas pequenas coisas.

O Natal nunca foi a data de reunir a família com epírito e coração e este não poderia ser diferente, mas foi. Me senti mais solitário ainda e com mais peso no coração. Reveillon, carnaval, páscoa foram apenas datas festivas e por que não: explicativas. A única que se salva é Festa Junina! ^^

Haha.. parece idiota né? Mas quem manda o amigo-irmão fazer aniversário? Quem manda nós arrumarmos uma festa para ele? Quem manda eu encontrar a paixão que tanto procurava? Deus (ou Allah! ou whatever) nos proteja! ^^

Desde então procuro entender que 'males vem para o bem' e este 'bem' será durável. Com tanta coisa ruim por acontecer (e que aconteceu) eu aprendi a valorizar a vida, minha e dos amigos. Não mais que isso. Quero o bem de todos, independente de quem seja/ esteja ao meu lado.

Posso ter me distanciado das pessoas que mais confio e amo, mas nunca deixei de pensar em como elas estão e estarão ao meu lado!

São 21 anos de convivência entre amigos de infância, amigos-irmãos, novos amigos e pessoas que admiro e AMO. Que eu possa completar 42 e dizer as mesmas coisas, ou como disse, quando eu chegar aos 100, terei feito muito do que pensei e muito mais do que eu quiser!"

É. Vamos bater a poeira, amarrar o tênis e seguir a vida.
Conquistei o que mais queria até agora e não vou deixar se perder.

... tudo és responsável por aquilo que cativas ...

.: já que tu continuas a me cativar a cada lua cheia :.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Amor!! ^^

Diziam-me que era fácil encontrar um amor, tão fácil quanto subir em uma árvore. Mas, eu nunca fui bom em escaladas.

Diziam que o amor estava em todo lugar, nos pássaros, nos carros, nos prédios, nas plantas, nos cães, só precisava ser pego por alguém. Ou, deixar ser pego por ele. Comigo foi, mais ou menos, por este caminho.

Eu era um nada. Um nada, sem ninguém. Amor para mim, não significava coisa alguma naquela época; e que época. Meu coração vivia na mais profunda treva, voltado apenas às coisas corriqueiras da vida; e estas, não são poucas. Trabalho e estudo eram algumas destas coisas. Diversão, só com os amigos íntimos, e raramente, eu me divertia pra valer.

Sair? Nem pensar. Ir dormir na casa dos amigos? Que nada! Sentia-me só, em um mundo cheio de agitação e estresse. Mas, um dia teria que mudar, e para melhor. Anos se passaram, e minha vidinha continuava: escola-cochilo à tarde-escola à noite-cama... Como alguém consegue viver assim. “Eu era um parado, um nada, um acabado”. Não, isso tinha que mudar; ou era naquela hora ou não viveria mais.

Mas, o que a morte resolveria? Perderia os poucos amigos que tinha. Perderia o colo de minha mãe e as asas de meu pai. Perderia a pessoa amada! Mas, que pessoa é esta? Não havia pessoa assim dentro de meu coração, até hoje.

Neste instante, olho em volta e vejo como as coisas mudaram. Amadureci, compreendi que nada daria certo, se eu não tivesse dado o primeiro passo. É, lembro-me até hoje:
Era verão, virada de ano, tínhamos descido para a praia, eu, meu pai e minha mãe. E, nas badaladas finais do ano velho, meu pai me abraçou e disse: “Filho, 2004 será o ano!”

[e foi um bom ano o de 2004.. mas o texto pode ser muito bem atualizado e reescrito: "Filho, 2008 será o ano!" - e está sendo!]

Aishiterumo Kell-chan! ^^