sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

e o fim?




















Nos sentimos presos a crenças, credos e obrigações. A vida de uma pessoa já nasce determinada a pensar grande: "Quando ele crescer se tornará advogado. Ou melhor, médico".

Muitas destas obrigações são acordadas por um tempo ou uma era, seguidos de incansáveis números e ordens. As tendências já se passaram e pertencem ao caos e, o que sobrevive, respira o ar alheio.

Centímetros, milímetros, quilômetros. Os humanos predominam a importância das coisas no comprimento de cada objeto e não na sua forma pura e simples, o sentimento.

Linhas e mais linhas de graça para costurar idéias e vida, mas nenhuma para unir dois corações, até porque quem não tem medo de se machucar com a ponta da agulha? E quem não arrisca um furo, tem medo de quê?

Opções de medidas são boas quando somos crianças. Quando nos encostamos na parede e nossa avó vem e risca de giz, uma vez por semana, a parede pintada. De olhos gigantes vemos que estamos crescendo. Aprendendo o sabor da vida, por quem mais se dedica a ensinar, com o coração.

Essa marca jamais será delineada, somente transmitida.

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